Sem categoria – Mundo Akar http://mundoakar.com.br Seu mundo em equilíbrio Fri, 30 Nov 2018 19:50:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8.8 O que é Yoga? http://mundoakar.com.br/2018/02/15/o-que-e-yoga/ http://mundoakar.com.br/2018/02/15/o-que-e-yoga/#respond Thu, 15 Feb 2018 17:35:13 +0000 http://mundoakar.com.br/?p=542 Quanto mais estudamos sobre o tema, mais desafiador é tentar definir em poucas frases o que significa esta palavra. No ocidente o Yoga ficou conhecido como um conjunto de técnicas que quando praticadas de forma consistente trazem saúde para o corpo e para a mente. Está certo! Ao praticarmos com frequência, nos tornamos mais fortes,...

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Quanto mais estudamos sobre o tema, mais desafiador é tentar definir em poucas frases o que significa esta palavra.
No ocidente o Yoga ficou conhecido como um conjunto de técnicas que quando praticadas de forma consistente trazem saúde para o corpo e para a mente.
Está certo! Ao praticarmos com frequência, nos tornamos mais fortes, mais flexíveis e saudáveis. A mente focada, o stress diminui.
E aí o mais legal acontece! O Yoga passa a funcionar como um espelho, no qual podemos nos conhecer em diversos aspectos. Conhecer o nosso corpo, conhecer nossa mente, nosso comportamento, e finalmente nos possibilita conhecer o Ser pacífico que somos.
O caminho é este e o que precisamos fazer é estarmos dispostos, comparecermos, confiarmos. Vale a pena!
🙂

 

Mariana Maciel
É professora de Hatha Yoga em Fortaleza.
Aluna de Pedro Kupfer e Miguel Homem, (ambos alunos do Swami
Dayananda), ensina Yoga com amor e respeito à tradição.
@marianamaciel.yoga

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Amar, inclusive a dor http://mundoakar.com.br/2017/08/01/amar-inclusive-dor/ http://mundoakar.com.br/2017/08/01/amar-inclusive-dor/#respond Tue, 01 Aug 2017 19:28:28 +0000 http://mundoakar.com.br/?p=461 A dor, muitas vezes, é a mãe do amor. Frente às arestas do mundo, duas saídas se apresentam. Uns sofrem. Outros, recorrem à anestesia, nada sentem. Não existe nada mais perigoso. Tenho medo de quem não sente nada. Falta-lhes pele, sensibilidade. É assustador. Não devemos, jamais, temer a dor. Algum dia, se tivermos sorte, se...

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A dor, muitas vezes, é a mãe do amor.

Frente às arestas do mundo, duas saídas se apresentam. Uns sofrem. Outros, recorrem à anestesia, nada sentem. Não existe nada mais perigoso.

Tenho medo de quem não sente nada. Falta-lhes pele, sensibilidade. É assustador.

Não devemos, jamais, temer a dor. Algum dia, se tivermos sorte, se ainda estivermos vivos, a dor fará com que uma lágrima escape de nossos olhos cansados. Acreditem. Uma única lágrima. É tudo o que precisamos. Uma única lágrima, vinda de nossas profundezas, daquela parte de nós que nunca morre. Vinda da nossa verdade, da nossa sabedoria, do lago sagrado que repousa no centro de nosso peito. Com ela vem a matriz da vida que somos, e a possibilidade do novo, do renascimento, de uma consciência maior.

Dessa única gota de vida, todo um deserto pode voltar a viver, se não tivermos perdido a sensibilidade, se não tivermos nos transformado em estátuas de sal.

A lágrima rola, junto a nossos pés, e lá, da minúscula poça salgada, o milagre começa a acontecer. Um mínimo ponto verde brota da terra seca, frágil, trêmulo, vencendo a aspereza que se instalou em nossa vida. E aqui e ali, pequenas ilhas de vida começam a aparecer. E surgem alguns pensamentos amorosos, e um olhar mais compassivo. E gestos de cuidado, cuidado com nós mesmos, com os outros, com a natureza. E essa grama nova começa a atrair experiências. Aos poucos, outras plantas começam a surgir ao nosso redor, e pessoas, e pássaros, e borboletas. E um dia são tantas as borboletas que acabamos aprendendo sobre a fluida leveza de seu voo. Sim, porque as borboletas aqui estão para nos ensinar que somos leves a ponto de voar. Podemos nos transformar em cores que voam, e é assim que finalmente nos libertamos, e passamos a colorir o mundo com nossa beleza.

Se temos uma imensa capacidade de transformar beleza em feiura, acreditem, é ainda maior a nossa capacidade de transformar o feio na mais sublime expressão da beleza da nossa alma.

Talvez tudo comece com uma lágrima, seja ela de tristeza ou de saudade de nosso verdadeiro lar, que é como um jardim onde nos encontramos todos, para brincar e celebrar nosso infinito potencial de amar.

(Trecho do livro Deixe a Selva para os Leões)

 

 

Patricia Gebrim

Psicóloga e escritora

 

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Amor e entrega http://mundoakar.com.br/2017/07/25/amor-e-entrega/ http://mundoakar.com.br/2017/07/25/amor-e-entrega/#respond Tue, 25 Jul 2017 20:23:25 +0000 http://mundoakar.com.br/?p=451 Amar de verdade requer entrega, uma profunda entrega,  uma espécie de morte, e  fico aqui pensando se não será esse o motivo das pessoas terem tanto medo de amar. Se para amar é preciso entregar-se, a escolha das pessoas tem sido deixar o medo da entrega vencer. Quando isso acontece, as relações acabam se estabelecendo...

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Amar de verdade requer entrega, uma profunda entrega,  uma espécie de morte, e  fico aqui pensando se não será esse o motivo das pessoas terem tanto medo de amar.

Se para amar é preciso entregar-se, a escolha das pessoas tem sido deixar o medo da entrega vencer. Quando isso acontece, as relações acabam se estabelecendo em níveis superficiais, mera troca egóica, empobrecida e condicional.

Perdemos a chance daquele amor maior. De olhar sem barreiras no fundo dos olhos do outro em busca da sua luz. De permitir que o outro nos olhe através de nossas defesas, que veja em nós a realidade de tudo o que é. A beleza, a feiura, a coragem, os medos, o anjo, o demônio, os sonhos, as inseguranças, a nua existência da nossa alma exposta em toda a sua frágil beleza. Não há força maior do que essa entrega, que permite que o amor maior aconteça.  Não há beleza maior do que nos deixarmos ver, nús e frágeis, abertos, sem defesas, confiantes de que eu e o outro possamos, juntos, trilhar o caminho do amor.

A entrega amorosa só pode ocorrer quando abrimos mão das defesas. É preciso correr riscos. Isso não quer dizer concordar  que o outro nos fira, maltrate ou desrespeite.  Permitir esse tipo de coisas não seria amor, e sim falta de amor por nós mesmos.

A profundidade da entrega necessária assemelha-se a uma espécie de morte e pode parecer, aos que tenham menos consciência, um preço alto demais para se amar. Mas o que morre nesse caso é a ilusão de separatividade, a linha que traçamos separando o eu do outro, o limite que diz que sou isso que existe para dentro de minha pele, e que o que quer que esteja do lado de fora já não é “eu”. Quando essa delimitação se desfaz, o nosso verdadeiro eu se liberta dessas falsas fronteiras.

Ao amar, morremos como “ser separado” e nascemos como o “tudo que somos”. É lindo isso. Nos expandimos infinitamente em todas as direções. Nos tornamos não apenas aquilo que acreditávamos ser, mas também tudo o que nos cerca. Somos quem ama e também aquilo que amamos. Não há separação.

A alma finalmente se liberta das garras do ego.

Sinta isso por alguns instantes.

Sinta o verdadeiro amor.

(Trecho do livro Deixe a Selva para os Leões)

 

 

Patricia Gebrim

Psicóloga e escritora

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